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O Escritor Proibido


Lindas

Onde vamos hoje a noite?



Escrito por Escritor proibido às 13h29
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Imagem

Chapeuzinho e lobo muito mau...



Escrito por Escritor proibido às 13h34
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Bela do dia

Querida, amarro-me em você...



Escrito por Escritor proibido às 13h13
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A morena perfeita

Fazia muito tempo que não atualizava, mas como podem verificar pelos links ao lado, andei muito ocupado!
Nas andanças virtuais, tive a sorte de topar com o site Bare Maidens, e o que me chamou a atenção foram os ensaios sensuais em um ambiente fantástico. Vemos rainhas, elfas, guerreiras e feiticeiras simplesmente deliciosas. Vale muito a visita!

E claro, como minha preferência sempre foram as morenas (sem nenhum preconceito com relação a loiras e ruivas, brancas ou negras, bem entendido), acabei me apaixonando por Betcee!



Motivos, claro, não faltam. De fato, não pude resistir a procurar mais um pouco, e finalmente encontrei vários ensaios dela por aí (disponibilizados por um cara muito generoso, penso eu). Estes são os meus preferidos, espero que gostem!



Desert Dancer
Senha 314159



First Crystal



Finding of the Occular Concentrator
Senha 314159



The Wand Orbos
Senha 314159

Contato: escritor.proibido@uol.com.br



Escrito por Escritor proibido às 11h59
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Conto: A Partida e o Depois

Depois de muito tempo, um novo conto no ar!
Na verdade este conto não é novo. Foi escrito em 2003, na época em que eu
saía com uma garota muito legal. Infelizmente não passou de poucos
encontros, e com certeza não tivemos absolutamente nada além de um ótimo
papo. Seguramente não aconteceu entre nós nada remotamente similar ao que é
narrado abaixo, sendo essa história totalmente fictícia.
Mesmo assim, a personagem feminina de nosso conto foi levemente inspirada
nessa garota, de quem eu gostava muito. Infelizmente, ela não entendeu
minhas intenções e não apreciou em nada o conto, respondendo ao e-mail que
lhe enviei de maneira furiosa e totalmente inesperada. Brigou comigo e nunca
mais nos falamos.
Pena. Gisele, se estiver lendo isto, saiba que não guardo mágoas, e continuo
dedicando este conto a você.

A partida e o depois

Geiza ia sacar. Reinaldo se preparou. A bola passou muito mais rápido do que
ele esperava. Ela havia conseguido mais um ace. Mais um dos vários daquela
tarde nublada.
Já se conheciam há meses, depois de trocarem e-mails através de um site de
encontros. Aquela era a primeira ocasião em que conseguiram conciliar
horários, e a moça enfim o introduzira no mundo fascinante do tênis.
Ele sempre gostara de assistir. Especialmente o feminino!
Geiza posicionou-se mais uma vez para sacar, enquanto Reinaldo tentava não
se distrair com suas pernas. Ela usava camiseta pólo e saiote, e vestia com
um agasalho, pois estava frio. Ele sempre a havia visto de calça, razão
porque evitar olhar para suas esculturais pernas era muito difícil.
Desta vez ele conseguiu defender o forte saque, devolvendo a bola. Geiza
rebateu a bola para o outro lado, forçando Reinaldo a correr para
alcançá-la.
Geiza fez um smash, e com grande esforço Reinaldo conseguiu rebater a bola
novamente, sem deixar de reparar que a saia dela levantara-se quando deu o
golpe. Conseguiu devolver a bola mais uma vez, o que o deixou bem
satisfeito.
Ainda trocaram bolas mais uma vez, e Reinaldo subiu a rede para devolver uma
bola lenta de Geiza. Entretanto, ela ainda sorriu antes de dar um voleio,
devolvendo a bola por cima dele, quicando em seu lado da quadra de forma
inalcançável.
- Acho que com isso eu ganhei de novo...
Ela disse isso rindo muito. Reinaldo apoiou as mãos nos joelhos, respirando
profundamente. Quando sentiu que havia recuperado fôlego suficiente,
respondeu:
- Tá bom, sua exibida! Essa é a primeira vez que piso em uma quadra, e a
senhora é praticamente profissional!
Ambos aproximaram-se da rede, apertaram-se as mãos e selaram o final da
partida dando beijos um na bochecha do outro. Reinaldo ficou mais uma vez
inebriado com o perfume dos cabelos castanho-claros de Geiza.
Ela era médica, e trabalhava em um consultório multidisciplinar naquela
mesma avenida. O fato do clube ser praticamente em frente fazia com que o
frequentasse muito, sempre que os pacientes davam um tempo.
Reinaldo trabalhava como editor, e andava as voltas com uma nova revista de
ação, fantasia e ficção, que já ia para o terceiro número. Ele já havia
arriscado escrever alguns contos, e estava para finalizar seu primeiro
romance. O pessoal gostava de seu estilo, e ele tinha esperanças de
conseguir publicá-lo em breve.
Cada um apanhou sua mochila, e Geiza segurou a mão de Reinaldo, dizendo que
o levaria a um local no clube de que gostava muito. Ele curtia o toque suave
da mão dela, e não parava de admirar suas formas.
- Gostou da roupa?
Reinaldo demorou a responder:
- Ah, sim, você fica linda assim...
- Estou falando da sua, bobo!
- Ah...
Ele olhou para seu conjunto de camisa pólo e bermuda, sendo que também usava
um agasalho, e respondeu:
- Nunca gostei muito dessas bermudas que têm aquela parte... aquele forro
por dentro, mas esta é bem confortável, obrigado.
Quando Geiza o convidou, Reinaldo respondeu que não tinha qualquer roupa
apropriada. Ela no ato disse que ele não se preocupasse, e quando chegou ao
clube ele foi presenteado com aquela mochila e as roupas. Apenas a raquete
era de Geiza.
Ela ganhava bem mais que ele, o que as vezes incomodava Reinaldo. Mas
procurava hnão ligar. Adorava mulheres fortes e independentes, como Geiza.
Que além disso era brincalhona, pois respondeu:
- Fale a verdade, você não gosta dessa bermuda porque não pode usar uma
cueca por baixo, não é?
- Comentário indiscreto, hein? – perguntou ele. - Estou conhecendo uma
faceta sua que andou escondendo, mocinha...
Quando Geiza perguntou se estava gostando desses segredos, Reinaldo apenas
riu.
Logo chegaram a um bosque dentro da área do clube. Colocaram as mochilas no
chão e sentaram-se embaixo de uma árvore. Havia esfriado mais um pouco e
fecharam os agasalhos, mas mesmo assim o lugar era muito gostoso.
Haviam se sentado juntos, e Geiza acariciava as pernas para aquecê-las.
Reinaldo perguntou:
- Com frio? Não quer ir para um lugar coberto?
Ela olhou para ele, que mais uma vez ficou admirado com o brilho de seus
olhos castanho-esverdeados, e respondeu:
- Só um pouco. Mas prefiro ficar aqui, é tão gostoso, sempre venho para ler,
descansar...
Ele passou o braço por sobre seus ombros, e perguntou:
- E o que mais?
- Ahn?
- O que mais gosta de fazer aqui?
Ela não respondeu, pousando a cabeça no ombro de Reinaldo. Mais uma vez, ele
sentiu o perfume de seus cabelos, e fechou os olhos para melhor desfrutá-lo.
Nos últimos tempos, algo começava a brotar entre eles. Mas Reinaldo ainda
sentia-se indeciso. Pensou um pouco, e perguntou:
- Menina, você joga muito! Claro, sou um principiante. Por que não seguiu a
carreira profissional?
Ela deu uma risadinha, e respondeu:
- Preferi me dedicar a medicina, e não me arrependo. Quanto ao tênis, como
venho aqui quase toda semana, e ainda participo de torneios amadores, já
fico satisfeita.
Aquela proximidade era a maior a que já haviam chegado. Curtiam o momento, e
o frio tornava o calor que compartilhavam muito melhor.
Tentando retomar o assunto, Reinaldo novamente perguntou:
- E aquele seu namorado?
Geiza segurou sua mão, e Reinaldo gostava cada vez mais da situação. Enfim,
ela respondeu:
- Eu não contei? A gente terminou. Também, ele só pensava em trabalho...
Mesmo quando estávamos firmes, e até pensando em noivado, eu via você mais
do que a ele!
- Você o trouxe aqui?
Geiza olhou novamente para Reinaldo, e respondeu:

Continua abaixo



Escrito por Escritor proibido às 17h49
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Conto: A Partida e o Depois

- Não, nunca. Acho que nunca me senti a vontade com ele, como me sinto com
você por exemplo. E só traria alguém especial aqui.
Seus olhares mantiveram-se fixos um no outro. Nos últimos tempos a
quantidade de e-mails que trocavam não paravam de crescer. Cartões virtuais,
piadas, alguma notícia que um sabia interessar ao outro, e até uma ou outra
mensagem mais ousada. Como quando Reinaldo brincou que tinha um fetiche por
mulheres em roupa de tenista. Exatamente como Geiza estava agora.
Não conseguiam parar de se olhar, e enfim seus rostos foram se aproximando
lentamente. Geiza encostou a mão na face de Reinaldo, um momento antes que
seus lábios se tocassem.
Beijaram-se, a princípio devagar, mas logo o desejo tomava conta. Geiza
finalmente o afastou por um momento enquanto se levantava. Não largava a mão
de Reinaldo, que também ficou de pé. Ela apoiou as costas na árvore e o
abraçou, apenas para voltarem a se beijar com paixão, violência e tesão.
Nesse momento, sentiu que Geiza havia deslizado a mão por suas costas, e
apalpava com vontade sua bunda. Ele não conseguiu evitar de rir, e ela
acabou rindo também, afastaram-se um pouco e olharam um nos olhos do outro.
Reinaldo admirava as feições de Geiza, que sorria para ele. Sua mão
continuava lá, e ele acabou comentando, depois de fazer menção de olhar para
trás:
- Está gostando?
Ela sorriu, um sorriso sacana que o deixou ainda mais excitado, e respondeu:
- Muito... Será que vou poder experimentar o resto?
- Acho melhor então eu fazer algumas... explorações também!
Geiza era de família religiosa, moravam em um bairro nobre de São Paulo, e
quando a conheceu Reinaldo chegou a temer que fosse daquele tipo recatada
que ele não gostava nem um pouco. O sorriso e seu olhar desmentiram aquilo,
ainda mais que ela disse:
- O que está esperando?
Ele sorriu e voltou a beijá-la com vontade. Suas mãos foram sentindo cada
parte, cada curva de Geiza. Lentamente foi abrindo o zíper do casaco, ao
mesmo tempo que acariciava seus seios sobre a blusa.
A respiração ofegante era o único som que emitiam. Reinaldo desceu com
beijos pelo pescoço, e Geiza apoiou as mãos na árvore. Ele ia acariciando e
beijando, passando pelo peito, os seios sobre a camiseta pólo, depois a
erguendo para beijar a barriga de Geiza.
Seus suspiros soavam como uma melodia, e ele esqueceu-se completamente do
ambiente ao redor, e até da possibilidade de surgir alguém de repente.
Reinaldo demorou-se na cintura de Geiza, brincando com o elástico da saia.
Começou a enfiar as mãos por baixo desta, e quando olhou para cima, e viu
que Geiza acariciava os próprios seios e mordia os lábios, sempre de olhos
fechados. Ele acariciava e apertava sua bunda, brincando com os elásticos da
calcinha, fazendo-a suspirar mais.
Finalmente foi baixando a calcinha bem devagar, admirando ao mesmo tempo as
belas formas dela. Quando chegou aos tornozelos segurou um de cada vez,
erguendo os pés para deixar Geiza sem calcinha. Ainda admirou um pouco a
peça e rapidamente a colocou em sua mochila.
Depois de mais um beijo, em que suas línguas não tinham descanso, e sempre
acariciando e apertando a bunda de Geiza, Reinaldo voltou a ajoelhar-se a
sua frente, ergueu a saia, e parou um instante admirando suas formas mais
uma vez.
Geiza olhou para baixo, sorriu para ele e deu-lhe as costas, apoiando as
mãos na árvore. Reinaldo ergueu sua saia, e viu toda a beleza daquela bunda
redonda, firme e carnuda, incrivelmente macia ao toque, que ele não
conseguia parar de beijar e morder.
Ela se virou novamente, apoiando as mãos na árvore atrás de suas costas,
fechando os olhos e erguendo o rosto para o alto.
Sem conseguir resistir mais, no instante seguinte começou a beijar sua
xoxota, cercada por uma leve e clara penugem. Os suspiros de Geiza
tornavam-se cada vez mais profundos, e breve ela começava a gemer baixinho.
Ele lambia e beijava, feliz pelo prazer que proporcionava a Geiza.
Subitamente sons de passos sendo dados sobre as folhas secas de outono os
alarmou. Mais que depressa ele se levantou, abraçando Geiza, que cochichou:
- Onde você colocou minha calcinha?
Reinaldo olhou para ela, sorriu e respondeu:
- Eu guardei, não vai querer dar bandeira, não é?
- Safado!
Mas ela disse aquilo com  mesmo sorriso sacana, de quem adorava a situação.
Beijaram-se novamente, enquanto algumas pessoas passavam na trilha ali
perto.
Afinal decidiram ir embora e apanharam suas mochilas. Geiza pediu:
- Reinaldo, e a minha calcinha?
- Deixe-me pensar... que calcinha?
- Reinaldo!
- O que foi?
Ela havia dito seu nome em tom de protesto, mas não largava sua mão um
instante que fosse. Depois de mais uma risada, Geiza respondeu:
- Agora sou eu que estou conhecendo uma outra face sua. Faz coleção, é?
Reinaldo olhou para ela. A situação lhe dava um tesão enorme. Geiza com
uniforme de tenista, mas sem calcinha, andando com ele pelo clube, passando
por outros frequentadores como se tudo estivesse absolutamente normal. Ele
aproximou a boca de seu ouvido, e respondeu cochichando:
- Não faço não... É que ver você assim, andando sem calcinha como se tudo
estivesse normal, me deixa louco!
- Pois vou contar uma coisa - disse Geiza baixinho. - Havia outras opções de
bermuda, mas escolhi essa de propósito, apenas para você ficar sem nada por
baixo.
Nesse clima ela fez uma proposta:
- Já que meu consultório é no outro lado da avenida, vamos lá? Você sempre
disse que queria conhecê-lo.
- É verdade.
- Mas quero minha calcinha.
- E eu só vou se você continuar assim. Além do mais, vai vesti-la aqui no
meio de tanta gente?
Geiza olhou para ele, sorriu, e continuaram caminhando de mãos dadas. Saíram
do clube, atravessaram a avenida e caminharam até o prédio. Uma brisa
fazia-se presente, e ela chegou a dizer:
- Se o vento levantar minha saia, Reinaldo...
- Será um espetáculo maravilhoso, querida!
Ele disse isso baixinho, ao seu ouvido, e Geiza arrepiou-se. Teve ganas de
agarrá-lo e arrancar suas roupas ali mesmo, mas controlou-se. Passaram pela
portaria e tomaram o elevador. Felizmente, o prédio parecia vazio naquela
tarde nublada de sábado.
Entretanto, logo no segundo andar o elevador parou, e três homens
engravatados entraram, comentando em voz baixa algo sobre trabalho extra.
Enquanto o elevador subia para o décimo andar, onde ficava o consultório de
Geiza, Reinaldo lentamente foi descendo a mão, até chegar a saia.
Discretamente passou os dedos por baixo da mesma, acariciando novamente seu
bumbum. Ela manteve o sorriso, continuando seu joguinho sem que os
executivos nada percebessem. Pelo ângulo, nem a câmera de segurança poderia
flagrá-los.
Finalmente chegaram a seu andar, e desceram. Os homens engravatados
continuaram subindo, e depois que a porta do elevador se fechou Geiza deu um
tapa no braço de Reinaldo, dizendo:
- Seu... tarado! E se eles percebessem? E se a câmera nos pegasse?
Mas era óbvio o quanto ela gostara daquele momento. Aquele andar era
inteiramente ocupado por consultórios, e o de Geiza ficava no final do
corredor, dando vista para a avenida lá embaixo. Ela apanhou a chave, abriu
a porta e o convidou a entrar.
Não era muito grande, mas bastante aconchegante. Um sofá e quatro poltronas
na sala de espera, uma mesa de centro mais dois suportes nos cantos com
revistas, e a mesa da secretária ladeando a porta do consultório. Geiza
abriu esta última, e eles entraram.
A vista da avenida com o clube onde estavam há pouco, e as árvores ao fundo,
era mesmo bonita. Reinaldo ficou admirando enquanto Geiza, depois de
verificar se havia alguma mensagem, o abraçou por trás, pousando o queixo em
seu ombro.
Depois de alguns minutos assim, em silêncio, ela o largou. Reinaldo
continuou olhando pra fora, sentindo agora as mãos de Geiza passeando por
seu corpo. Quando ela chegou a bermuda, depois de um momento, começou a
baixá-la.
Tirou-a de uma vez, jogando a peça na cadeira ao lado. Reinaldo não tirava
os olhos da avenida, enquanto Geiza o acariciava nas pernas, e em toda a
área dos quadris. Algumas mordidas na bunda fizeram com que ele dissesse:
- Ei, calma, quer me tirar um pedaço?
Virou-se, e viu que ela estava ajoelhada, olhando com vivo interesse para a
reação do corpo de Reinaldo a situação. Geiza ergueu os olhos, e os dois
sorriram novamente.
Ela ficou de pé, e foi abrindo o zíper do agasalho, tirando-o. Depois o
livrou da camiseta pólo, deixando Reinaldo só de tênis. Ele ainda se abaixou
para tirá-los, mas ela disse:
- Não, nada disso! Vem cá...
O conduziu pela mão até a mesa de exames, e mandou que se acomodasse. Como
Reinaldo hesitasse, ela o empurrou para que deitasse de bruços.
Com o amante nu e posicionado, Geiza começou a percorrer todo seu corpo com
as mãos, sentindo cada dobra, cada curva, cada detalhe. Logo começava a
beijá-lo incessantemente, e quando chegou a nuca, cochichou bem baixinho em
seu ouvido:
- Você já brincou de médico?
Ambos riram, e Geiza fez com que se virasse. Repetiu o procedimento,
acariciando, apertando e beijando. Reinaldo nunca se sentira como um objeto
de estudo antes. Quando Geiza começou a beijar seu membro duro, fechou os
olhos.

Continua abaixo



Escrito por Escritor proibido às 17h48
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Conto: A Partida e o Depois

Ela brincava com ele como nunca ele sentiu antes, e estava a ponto de
explodir, quando Geiza parou de chupá-lo. Reinaldo respirou fundo, abriu os
olhos e deu com os dela, o observando com expressão que parecia séria, mas
que ele logo descobriu que era plena de paixão.
Sentou-se na mesa, voltando a beijá-la. Tirou-lhe o agasalho, depois a
camisa, e finalmente a saia. Geiza, como ele, estava enfim nua, só de tênis.
Abraçaram-se novamente, se beijando como se quisessem devorar um ao outro.
Reinaldo ia deitando o corpo, e lembrou que proteção sempre é bom. Geiza
teve o mesmo pensamento e pediu que deitasse.
Ela foi até sua mesa, abriu uma gaveta, e tirou dali um pequeno invólucro de
plástico. Abriu-o, e enquanto se aproximava Reinaldo novamente admirou seu
corpo nu. Geiza não era magra, mas era linda e ele sabia agora, muito
gostosa.
Reinaldo ficou deitado, enquanto aguardava que ela o preparasse para a
ocasião, já que tomara a iniciativa. Para sua surpresa Geiza colocou o
pedaço de látex na boca, pôs as mãos para trás, e foi inclinando lentamente
o corpo sobre seu pau. Mas quando estava a ponto de tocá-lo, a menina
começou a rir, deixando cair o que segurava com a boca.
Ambos riram, e ela explicou que havia lido a respeito, mas nunca praticara.
Ele a beijou e Geiza tentou de novo, conseguindo na segunda tentativa.
Reinaldo se esforçava muito para não explodir de tesão.
Um instante depois Geiza já estava sobre ele, e enfim entregavam-se
inteiramente, sem qualquer limite. Aceleravam mais e mais, primeiro
beijando-se quase que com desespero, a seguir olhando-se, incessantemente.
Seus suspiros eram cada vez mais altos. Reinaldo a apertava e apalpava,
sustentando-a com as mãos em sua bunda. Geiza o abraçava e fazia movimentos
de subir e descer, suspirando e gemendo cada vez mais.
Chegaram ao clímax ao mesmo tempo, e Geiza desabou sobre Reinaldo. Perderam
a noção do tempo ali, nus só de tênis, abraçados. Ele ficou admirando a
delicadeza do rosto dela, vendo como era linda a forma como respirava, e
como exibia de olhos fechados ume expressão satisfeita. Geiza finalmente
abriu os olhos, e sorriu, a melhor recompensa que Reinaldo já recebera.
Transaram mais uma vez, agora de pé junto a janela, ele a penetrando por
trás. Depois ela sugeriu e ele aceitou um banho conjunto, onde mais uma vez
deram prazer um ao outro.
Era quase noite quando se vestiram e decidiram ir jantar.
Continuaram se encontrando por todo o mês seguinte, e sempre que podiam
tinham novos momentos de prazer e paixão.
Geiza foi convidada para um curso de 3 meses em Barcelona, e a separação
repentina entristeceu a ambos. Sua troca de e-mails permaneceu por algumas
semanas, mas era visível que já não ocorria com a intensidade de antes. Por
fim cessou completamente.
Os dois conheceram pessoas novas e iniciaram outros relacionamentos.
Eventualmente ficaram de novo sozinhos, apenas para voltarem a se amarrar em
alguém.
Sete meses depois nenhum sabia mais do outro. Mas a saudade persistia.
Reinaldo acabou tentando a sorte, e em um final de tarde de uma sexta feira
de verão ligou para o consultório. Acreditava que não haveria ninguém, por
isso se surpreendeu ao ouvir uma voz conhecida:
- Alô.
Ele quase engasgou. A mesma voz, de tom mais para o grave, que achava tão
sedutora. Depois de alguns instantes disse:
- Oi.
Ela também ficou em silêncio alguns instantes, antes de responder:
- Oi... Tudo bem?
- Sim, tudo... E você?
- Tudo.
Silêncio novamente, por alguns instantes ouvindo unicamente o som de suas
respirações. E isso era ao mesmo tempo doloroso e prazeroso. Geiza pensou
nele, seu toque, seu cheiro, seu gosto. Por alguma razão, sabia que Reinaldo
sentia o mesmo.
Ela teve a iniciativa:
- Senti saudades!
Aquilo soou como música, e Reinaldo depois de quase engasgar, respondeu:
- Eu também.
Mais silêncio. O telefone não era o meio mais adequado para expressar
sentimentos, mas ao mesmo tempo, aquele silêncio de ambos dizia tudo que
queriam transmitir.
Reinaldo retomou a conversa:
- A editora aceitou meu romance, o lançamento será semana que vem.
- Que bom! Fico feliz por você...
Mais silêncio. Isso começava a incomodar Reinaldo. Mas finalmente Geiza
disse:
- Fiquei até mais tarde, hoje tive muitos pacientes, e estava quase indo
embora.
- Que sorte que eu tive!
Ela riu, daquele jeito adorável que ele tanto apreciava. Depois de um
instante, Geiza fez a pergunta que Reinaldo inconscientemente esperava:
- Quer vir aqui? Poderíamos ir a algum lugar.
- Claro que sim!
Desta vez ele respondeu no ato, o que a fez rir novamente. Depois de se
despedirem- ele apanhou o carro e voou até lá.
O elevador nunca subiu com uma lentidão tão agonizante. Reinaldo contava os
segundos para vê-la novamente.
Finalmente o décimo andar, finalmente o corredor, e finalmente a porta do
consultório. Fechada. Ele bateu, ouviu o som de um molho de chaves, depois o
som deste cair, e a seguir o som da fechadura sendo aberta.
Quando a porta abriu a primeira coisa que viu foi Geiza. Ficaram se olhando,
e parecia que um milênio havia se passado. No instante seguinte já se
abraçavam e beijavam, como se desejassem recuperar o tempo em que estiveram
separados.
Depois de alguns momentos, Reinaldo afastou-se um pouco, ainda com os braços
ao redor de sua cintura, admirando Geiza. Ela não havia mudado em nada.
Geiza pensou a mesma coisa sobre ele. Sorriram um para o outro e ela disse:
- Oi.
- Oi.
Ela disse que só precisava terminar algumas coisas. Reinaldo a seguiu com os
olhos. De sua vestimenta só conseguia ver o avental branco que terminava
pouco acima dos joelhos, e sapatos pretos de salto alto. O som destes
enquanto Geiza andava tinha algo de musical, diferente de todas as outras
garotas.
Observou enquanto Geiza desligava o computador, arrumava alguns papéis e
deixava a mesa em ordem. A avenida lá embaixo já estava iluminada, uma
paisagem da qual ele se descobriu sentindo falta, lembrando as várias vezes
em que haviam transado naquela mesma sala.
- Pronto, terminei. Onde estávamos?
Reinaldo se virou, e Geiza sorria para ele. Atrás dela sua mesa sempre
organizada e a cadeira, onde se viam peças de roupa sobre o encosto.
Ao reparar nesse detalhe, Reinaldo ficou um pouco confuso. Quando se deu
conta, Geiza ainda sorria para ele. Beijaram-se, novamente parecendo querer
devorar um ao outro. Reinaldo, depois que se largaram, foi desabotoando o
avental botão por botão, enquanto Geiza ia fazendo o mesmo com sua camisa.
Ao desabotoar o último botão Reinaldo puxou para baixo a peça branca, que
caiu ao chão. Geiza estava só de salto alto, e mais nada.
Ela apontou para a mesa enquanto o despia, perguntando:
- Quer ser examinado de novo?
Ele sorriu, enquanto ela terminava de tirar-lhe a roupa. Apenas algumas
horas depois, quando terminaram de matar saudades, é que se lembraram de
decidir aonde ir naquela noite.

Contato:
escritor.proibido@uol.com.br
escritorcomr@uol.com.br



Escrito por Escritor proibido às 17h46
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Novo Conto

Depois de algum tempo, novidades aqui neste proibido blog!
Minha amiga Roberta é escritora de mão cheia, e mais uma vez comprova isso
neste conto que gentilmente enviou para ser publicado aqui.
Leiam, comentem, e sonhem...

Os textos e contos publicados neste blog não devem ser copiados sem
autorização. Contato: escritor.proibido@uol.com.br .

Amigas e a Noite

Depois de muito tempo tentando marcar uma balada, finalmente conseguimos
sair juntas.
As meninas queriam conhecer um lugar diferente e, mesmo não sendo da cidade,
elas acataram aminha sugestão.
Fomos a uma casa gótica e acredito que seja uma das poucas que ainda existem
em São Paulo.
Já no ponto de encontro, o metrô, começamos a rir, cada uma com o visual
mais surreal que a outra.
Como é o tipo de lugar que freqüentei há alguns anos, não foi difícil
perceber o desconforto delas com o ambiente escuro, decorado com velas e
morcegos, e com pessoas vestindo roupas ainda mais bizarras.
Logo senti o inevitável comichão pelo corpo quando ouvi a música e, ao som
de The Cure, corri para a pista, sendo seguida pelas outras.
Jú, a loira.
Cláudia, a ruiva.
Clara, a morena fatal.
Eu.
Muitos copos de vinho depois, já totalmente embalada pelas músicas
oitentistas e pelo calor, saí à francesa para tomar um pouco de ar quando
surgiu, de repente, a Jú, suada e com os olhos brilhando.
Imediatamente eu soube o motivo que a fez me seguir, pois dançamos perto uma
da outra, e nos esbarramos muitas vezes e eu, claro, fingia sempre que era
sem querer.
Eu nunca havia me interessado pra valer por outra mulher mas, naquela noite,
a minha amiga estava mais linda do que nunca, a saia preta bem curta, o
decote generoso revelando um colo alvo e suculento, os cabelos presos num
coque displicente.
Num impulso, agarrei-a pelo pulso, passamos voando pelas outras que vinham
ao nosso encontro e entramos darkroom adentro.
Para quem não está familiarizado, o darkroom é exatamente isso, um quarto
escuro onde tudo acontece, presente em todos os inferninhos pelo mundo.
No momento em que ela abriu a boca para protestar, eu a beijei.
Com fome e suavidade.
Enquanto a minha língua se entrelaçava à dela, minhas mãos percorriam seu
pescoço longo, corria os dedos pelos cabelos da nuca, e chegava meu corpo
para ainda mais perto do seu.
Por ser mais alta, ela se encostou à parede, e eu me encaixei entre suas
pernas macias.
Sussurrando em seu ouvido, pedi que ela não me tocasse, e que permanecesse
imóvel.
Continuei beijando-a, e desci minhas mãos pelo colo, onde encontrei o decote
da blusa já meio aberto, e pude sentir um mamilo rijo.
Imediatamente desci a boca até lá e, com a língua, abri um pouco mais o
tecido, para poder abocanhar aquele seio branco e perfeito e pude sentir a
minha querida estremecer.
Soltei a blusa e lambi e mordi deliciosamente os dois mamilos.
Fui descendo até ficar agachada perto das botas dela e não resisti, rasguei
a minha calcinha e encostei a minha vagina molhada ali, no couro. Pude
sentir que ia gozar se não parasse e me afastei.
Ainda agachada, subi as mãos pelas pernas lindas da Jú, segurei suas coxas,
agarrei sua bunda com as duas mãos e me enfeie por dentro da saia curta.
Eu queria possuí-la, dar prazer à ela, prolongar aquela loucura ao máximo,
mas não consegui.
Quando dei por mim, já tinha afastado a minúscula calcinha para o lado e,
mergulhada no cheiro de fêmea no cio que emanava dela, chupei aquele pedaço
do paraíso.
Passei uma das pernas dela por cima do meu ombro e, agora que eu estava
apoiada contra a parede, deixei que ela se movimentasse à vontade.
Enquanto a minha língua dançava ao redor do clitóris, eu enfiava dois dedos
nela, e afundava meu rosto nos pelos aparados.
Gozamos assim, a minha querida presa na minha boca e nas minhas mãos, e eu,
sem precisar me tocar, refém do prazer dela.
Depois, quando conseguimos conversar à respeito, ela se mostrou surpresa,
principalmente por eu não ser homossexual, tomar uma iniciativa assim que
ela assumida, nunca conseguiria.
Hoje, nos esbaldamos uma com a outra, nos perdemos em meias-noves
intermináveis, em fantasias deliciosas, em tesão puro.
Meu namorado não sabe disso, ou finge que não sabe.
Ela não gosta de homens, mas já prometeu que, se eu quiser, vamos à ménage,
desde que ela me coma...

Por Roberta, ro_profana@yahoo.com.br .



Escrito por Escritor proibido às 13h47
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Ensaio

A primeira loira!

O site Only Tease é sensacional, repleto de garotas maravilhosas. Entre as loiras, minha preferida é a Hayley-Marie Coppin.

Tenho ou não razão?

Querem ver mais da deliciosa Hayley?

Cliquem em:

http://galleries.onlytease.com/174h/index.php?id=1256459

Contato: escritor.proibido@uol.com.br .



Escrito por Escritor proibido às 12h23
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A cama redonda da Bia e novo conto

Como este blog foi um pouco inspirado pelos maravilhosos textos da Maria
Beatriz, nada mais justo que falar do trabalho dela.
Tomei conhecimento pela primeira vez de seu talento como contista e
colunista no tempo que era colunista de uma revista masculina. Bia consegue
incendiar a imaginação de qualquer um com seus textos, delicados e
explícitos ao mesmo tempo.
E ela sempre tem temas recorrentes, como o delicioso fato de adorar andar de
saia sem nada por baixo, ou andar de salto alto (quem resiste a uma mulher
de salto alto?). O sofá branco, as escapadas estratégicas para um pouco de
prazer bem longe das quatro paredes que por vezes são tão monótonas...
Bia tem um livro, A Cama Redonda de Maria Beatriz: Fantasias e Fetiches, a
capa não poderia ser mais sugestiva:



Não adianta aqui descrever seu estilo insuperável, cheio de erotismo, só
lendo mesmo! Mas destaco trechos de alguns contos.

Entre o Céu e o INferno: "Meus olhos estão vendados, não vejo nada, ouço
apenas vozes abafadass, estalidos, barulhos imprecisos... Já não sei mais
por onde ou por que gozo, se é a língua enfiada na minha orelha, se são os
beijos salpicados no meu umbigo..."

Para os Seus Olhos: "Daqui a pouco será noite, o que acha se eu me deitar no
sofá, de fente para você? De botas, ok?"

Fetiche: "O vestido cai no chão... A sandália preta tem tiras amarradas no
tornozelo...Gosto de transar de sapatos".

E, bom... recomendo! Como disse, Bia é uma escritora muito talentosa, muito
diferente de umas e outras por aí...
Então, querida Bia, este post é dedicado a você!



E para completar, um conto que escrevi para minha amiga e musa, em
agradecimento por receber e publicar tão carinhosamente meu conto
Brincadeiras Perigosas em sua Cama-Redonda. E claro, a dedicatória e o
presente que ela me mandou junto com o livro são só meus, um pouco de Bia
que eu adoro cheirar e tocar...



Um beijo, Bia!

Pensando em Bia

Chego a seu escritório, me perguntam sobre o que desejo. Eu sei bem o que é,
e digo seu nome. Me apontam a porta com seu nome escrito.
Entro.
Você está atrás da mesa. Gosta de liberdade, seus cabelos derramando-se em
cachos por seus ombros, o tailler a modelar suas formas. Abaixo da mesa,
vejo você cruzar e descruzar as pernas. Você diz a secretária que não quer
ser incomodada.
Passo para seu lado da mesa. Você descruza as pernas. A seda das meias mais
a maciez de sua pele não permitem que me controle. Vou descendo até seus
sapatos fechados de salto alto. Deixo você com eles.
Arranco sua calcinha preta, e mergulho a língua na mais doce taça. Seus
murmúrios me alucinam, você agarra meus cabelos, minha língua agora ataca
sua boca, enquanto as diferenças se unem. O fone toca juntamente com nosso
gozo, reunião.
Você pede sua calcinha enquanto se recompõe. Eu nego e a guardo no bolso, e
você vai livre até a sala do diretor, observo fascinado suas formas e quase
danço ao som de seus saltos.
De noite você já me aguarda em seu apartamento. Eu chego e te venero, você
de saia bem curta, blusa justa de mangas compridas e botas de couro. Sem nem
entrar te dispo no corredor, alguém pode chegar a qualquer instante, mas
isso apenas nos dá mais prazer.
A porta é fechada. Você, linda, nua e de botas. Arranca minha camisa, abre
minha calça. Eu ainda resisto, um robe no sofá, tiro a faixa dele e te
coloco de costas para mim. Te beijando sem parar, amarro suas mãos para
trás. Deslizo mãos e língua por seu corpo, pescoço, nuca, costas, seios,
cintura, bunda, puxo seus pelinhos com meus lábios, depois acaricio os seus
bem devagar. Você arqueia as costas, fecha os olhos e suspira fundo,
respiração ofegante, sussurramos palavras desconexas.
Um lenço no encosto da cadeira, acho que você pensou em tudo. Cubro seus
olhos, e fico te olhando por alguns segundos. Você, linda, nua, de botas, de
mãos amarradas para trás e olhos vendados. Você diz que me quer.
Fico brincando com você. Um toque nos braços. Coloco o que quer em suas
mãos, você me acaricia. Beijo seu pescoço, acaricio suas nádegas. Bebo em
sua boca, quero assim ficar inebriado para sempre.
Você morde meu dedo, repete que me quer. Eu tento fazer você gozar apenas
com toques, beijando seus seios, mordiscando-os, mordo sua bunda, acaricio
suas coxas. Suas botas me deixam maluco, volto aos seios, ao queixo, sua
boca que eu não canso de devorar.
Você senta no sofá, e se abre para mim. Vejo o cálice róseo que me oferece,
e você diz meu nome. Me aproximo, tocando suas botas, pernas, seus lábios,
seu pêlos, sua barriga, seus seios, seu pescoço, seu queixo, sua boca.
Tiro a venda. Penso se te deixo amarrada.
Você linda, nua, de botas, de mãos amarradas para trás.
Te beijo mais, acaricio aquele paraíso róseo com a mão. Aperto suas nádegas.
Paro.
Você, linda nua, de botas, de mãos amarradas para trás.
Te desamarro.
Você arranca o que me resta de roupas. Tiro suas botas.
Mãos, pés, línguas, cabelos, pele, suspiros, murmúrios, gritos...
Sonhos se realizando, prazeres acontecendo, nós nos amando...
Obrigado por, de alguma maneira, ser minha...

Contato: escritor.proibido@uol.com.br .



Escrito por Escritor proibido às 17h36
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Ensaio

A maravilhosa Melanie Walsh é uma das preferidas do site Only Tease.

Ela não é demais?

Quer ver mais? Vire-se!

Hehehehe, tudo bem, o restante do ensaio está em:

http://galleries.tease-pics.com/onlymelanie/007h/index.php

Breve, teremos mais de Melanie, e novos contos.

Contato: escritor.proibido@uol.com.br .



Escrito por Escritor proibido às 14h44
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Grande inauguração!

Esta filial de meu blog principal, o Escritor com R (não tenha preguiça de
clicar nos links ao lado), é uma idéia que venho cativando há algum tempo.
Espero que prospere tanto quanto o primeiro, e para isso, conto com vocês,
minhas leitoras. E um e outro leitor, claro, lembrem de divulgar, se
gostarem do que lerem aqui.
O conto abaixo, Brincadeiras Perigosas, foi meu primeiro conto erótico, e
para minha grande alegria, foi escolhido para ser publicado no maravilhoso
site Cama-Redonda, de minha querida amiga Maria Beatriz. E que, claro,
também faz parte da relação de links selecionados ao lado.
Brevemente publicarei outro conto aqui, este dedicado a você, Bia, que me
acolheu em sua Cama com tanto carinho.



Nunca esqueço seu sofá branco...



E como adora brincar com seu sobretudo verde, nesse irresistível jogo de
esconde-mostra-esconde...



Enfim, espero que curtam bastante o Escritor Proibido (vale o aviso, o
próprio nome do blog diz isso, aqui é rigorosamente proibido para menores,
falou, sem reclamações posteriores!), e teremos outros contos, um deles,
aliás, que fez uma garota brigar comigo, nem todos entendem, que pena...
Até a próxima!

escritor.proibido@uol.com.br .



Escrito por Escritor proibido às 14h25
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BRINCADEIRAS PERIGOSAS

Brincaderias Perigosas, conto

Andréa estava furiosa com Raul. Ele havia combinado ir apanhá-la as dez
horas, quando terminaria a exposição da firma em que ela trabalhava. Andréa
era secretária executiva, e a organização do evento ficara sob sua
responsabilidade. Depois de semanas de correria, afinal tudo saíra perfeito,
e ganhara muitos elogios de seus chefes. Sentia-se muito satisfeita,
satisfação que quase esquecera devido ao atraso de seu noivo.

Ela estava no último ano de Administração de Empresas, e pagava a faculdade
com o salário que ganhava na firma, uma das mais conceituadas em seu ramo de
atividade. Mesmo se não fosse efetivada para o ano seguinte, esse período
certamente contaria de maneira decisiva em seu currículo. Olhou novamente
para o relógio. Eram quase dez e meia, e a raiva que sentia por Raul crescia
cada vez mais.
Andréa era uma bela loira de 24 anos, olhos verdes, 1,70 m de altura.
Vestia-se de acordo com a importância do evento recém terminado. Usava um
vestido curto, marrom escuro, abotoado na frente, coberto com um blazer da
mesma cor, e sapatos de salto alto. Seus longos cabelos estavam presos na
parte de trás da cabeça, o que realçava as formas delicadas de seu rosto.
Ninguém que passasse por ela deixaria de notá-la, o que seria um problema
aquela hora da noite. Começava a garoar, e ela não conseguia encontrar um
táxi sequer. Raul, como sempre, estava mais que atrasado, melhor esquecê-lo.
Namoravam há dois anos, e eram simplesmente loucos um pelo outro.
Conheceram-se em uma festa de uma amiga comum, e foi praticamente amor a
primeira vista. Andréa, ao lembrar-se disso, enquanto caminhava tentando se
proteger da garoa, quase esquecia sua zanga. Raul era moreno, pouco mais
alto do que ela, carinhoso e romântico. Seus momentos a dois eram
simplesmente indescritíveis. Ele trabalhava em uma agência de publicidade, e
ganhava muito bem, permitindo aos dois planejarem com calma todos os
detalhes de seu casamento.
O grande problema era a pontualidade de Raul. Ou melhor, a falta dela. Ele
sempre se atrasava para tudo, o que ocasionava brigas homéricas entre os
dois. Andréa não pôde conter um sorriso ao lembrar-se desse detalhe. Parecia
que tais brigas eram o tempero que tornava sua relação ainda mais saborosa.
Sempre acabavam fazendo as pazes, quando normalmente sua paixão falava mais
alto, não permitindo que nenhum dos dois se controlasse. Acabavam fazendo
amor na mesma hora, consumidos por sua volúpia, não importando o local em
que se encontrassem. Ela lembrava-se de uma ocasião, quando transaram na
mesa de seu chefe, depois que todos haviam ido embora. Ambos tinham
fantasias assim, e procuravam realizá-las sempre que surgia a oportunidade.
A garoa estava começando a se tornar uma chuva, e Andréa apertou o passo.
Lamentou não ter trazido um guarda-chuva, e prometeu que Raul iria lamentar
muito mais da próxima vez que se encontrassem. Era tarde, nenhum táxi
aparecia, e as ruas estavam escuras. Ela começou a sentir medo. Tentou achar
uma loja, restaurante, ou o que fosse, mas nenhum estabelecimento estava
aberto. Acabou se abrigando sob o toldo de uma loja, esperando que a chuva
passasse.
Alguns carros passavam pela rua, e Andréa pensou se não deveria tentar pegar
uma carona. Teve receio, porém, em entrar no carro de algum desconhecido.
Não estava muito longe da firma, talvez se Raul aparecesse acabassem se
encontrando. Andréa lembrou-se do vigia da noite, se batesse na porta do
prédio ele poderia ouvir e abrir a porta para ela. Poderia abrigar-se e
telefonar para casa, ou para Raul. Não, essa não, pensou. Andréa ficaria um
bom tempo sem falar com ele depois dessa.
Estava decidindo se deveria voltar ou não para a firma quando reparou em uma
figura caminhando no outro lado da rua. Era um homem usando uma longa e
desgastada capa e um chapéu, que não permitia ver seu rosto. Ele voltou a
cabeça enquanto andava devagar, olhando na direção de Andréa. Um arrepio
percorreu seu corpo, e ela sentiu medo novamente. Decidiu que seria melhor
voltar para o prédio onde trabalhava o mais depressa que podia, ali estaria
mais segura.
Começou a fazer o caminho de volta. O som de seus sapatos marcava seus
passos apressados, e a pressa acabou fazendo com que pisasse em várias poças
d’água. Logo com esses sapatos, que ela adorava. Por que não podia chover em
outra hora? Andréa olhou para trás, e não viu a figura daquele homem.
Respirou aliviada, e continuou andando.
Faltava atravessar mais uma rua, sua firma era no outro quarteirão. Ela já
começava a travessia quando, no outro lado da calçada, viu a mesma figura
sinistra de antes. Assustada, mudou a direção, atravessando a avenida a
passos rápidos. Tentou aparentar calma, mas estava aterrorizada. Ouvia
passos lentos atrás de si. Sabia que ele a seguia. Olhava para todos os
lados, tentando achar um lugar onde pudesse se proteger. Havia um ponto de
ônibus ali perto, mas apenas dois outros homens estavam nele, fazendo com
que Andréa desistisse de esperar uma condução ali.
Continuou na avenida, andando para o prédio onde trabalhava. Já passava em
frente a ele, e via, lá dentro, a luz da lanterna do guarda. Olhou
distraidamente para trás, e deu novamente com a figura que a perseguia, mal
iluminada pelas luzes nos postes. Viu se aproximar um ônibus, e estendeu
desesperada o braço, mas este passou direto. Sem alternativa, ela entrou em
uma estreita rua lateral. Assim que dobrou a esquina começou a correr, com
dificuldade devido aos saltos altos que usava. Olhava para trás, e não via o
homem. Apesar disso, continuou correndo, impulsionada pelo pavor que sentia.
Entrou em uma viela estreita e parou, pois estava completamente sem fôlego.
Sua respiração era ofegante, e o suor se misturava a chuva, enxarcando seu
belo corpo. Olhava em ambas as direções pela rua e não via ninguém. Disse de
si para si que talvez tivesse imaginado tudo, o homem que aparentemente a
seguia era apenas um transeunte qualquer. Seu celular estava no conserto, e
não podia chamar ninguém. Na esquina próxima, havia um telefone público.
Andréa vasculhou sua bolsa, e achou um cartão que podia usar. Pegou-o,
fechou a bolsa e, quando levantou a cabeça, viu que todas as suas esperanças
eram vãs.
A mão enluvada que cobriu sua boca abafou seu grito. O homem, o mesmo que
havia visto antes, que a tinha seguido, conseguira encontrá-la. Abriu a
capa, e Andréa viu a comprida lâmina de um punhal. Ele a encostou em seu
rosto, tirando a mão de sua boca. Sabia que Andréa não gritaria. Ele não
disse uma palavra. Andréa foi empurrada para uma parte da viela que estava
na penumbra. Sua bolsa e pasta caíram ao chão, mas o homem não lhes deu
atenção. Passava suavemente o punhal pelo rosto de Andréa, depois por seu
pescoço e peito. Soltou seus cabelos, e prosseguiu com eles sua brincadeira
macabra. Andréa murmurou algo, mas ele a interrompeu colocando um dedo em
sua boca,  e novamente acariciando seu rosto com a faca. Lágrimas rolaram
pela face da garota, que fechou os olhos quando o estranho levantou ambas as
mãos, acariciando seus seios por cima do vestido. Percorreu todo seu corpo
com as mãos, antes de voltar ao seu pescoço. Andréa sentiu o toque do couro
das luvas, enquanto não se atrevia a olhar para o rosto do homem.
Várias vezes ela havia fantasiado algo assim com Raul. Mas aquilo que estava
acontecendo era um pesadelo. Estava completamente indefesa diante do
desconhecido, que ainda por cima tinha um punhal. O brilho das luzes da rua
se refletia em sua lâmina, lançando reflexos pelo corpo da moça. O homem
continuava seu jogo cruel. Segurou o vestido perto dos seios de Andréa, e
com um puxão seco abriu-o de uma vez. Parou alguns instantes, aparentemente
extasiado com a lingerie creme que Andréa estava usando. Continuou, a
seguir, a supliciá-la, passando a lâmina da faca suavemente por todo o corpo
dela, enquanto Andréa só rezava para que tudo acabasse logo. Ela sentia o
frio metal percorrer seu corpo, dando-lhe arrepios. O toque das luvas de
couro quase chegava a ser prazeroso. Sentia como o desconhecido a apalpava e
acariciava, como apertava suas nádegas de forma parecida com que Raul sabia
fazer tão bem. Andréa apertou as mãos contra sua boca, antes que ele a
obrigasse a mantê-las contra a parede em que estava encostada. Abriu bem
seus braços, a seguir voltando a acariciar seu pescoço. Andréa, sem querer,
começava a imaginar que era Raul que a estava despindo naquela viela
estreita. Talvez porque sentisse prazer na situação desesperadora em que
estava, talvez para tornar seu sofrimento um pouco mais suportável, ela se
imaginava com seu noivo, com seu Raul. Como seria bom se fosse ele que
estivesse aqui!
O frio contato com a faca voltou a ocorrer em seu peito. Andréa respirava,
ofegante, quando ele rasgou com o punhal a sua roupa de baixo. Outra vez
aquelas luvas de couro, outra vez aquele sentimento angustiante de estar a
mercê de um desconhecido, e outra vez aquele estranho prazer quando ele a
tocava. Acariciava-lhe os seios, a cintura, e a região pubiana. Andréa
fechava os olhos, levantava a cabeça e suspirava fundo, enquanto ele
apertava novamente seus glúteos. O homem abriu bem seu vestido e o blazer
que o cobria, deixando Andréa praticamente nua. Ele se abaixou, acariciando
suas pernas com as mãos e com a faca. Demorou-se um pouco em seus sapatos de
salto alto, deixando-a com eles. Ergueu-se, levantando ao mesmo tempo a
perna de Andréa, que enlaçou sua cintura.
Ela sentiu algo tocando-a abaixo da cintura. Era algo quente, que percorria
seu ventre em círculos. O desconhecido se afastou um pouco, parecendo que
admirava Andréa. A visão dela seminua, de salto alto e com o blazer e o
vestido abertos parecia fasciná-lo. Voltou a aproximar-se, e ela sentiu que
algo a penetrava, fazendo movimentos para cima e para baixo. Fechou os olhos
e segurou seus cabelos, enquanto tentava não se entregar ao prazer que
sentia. O homem apalpava seus seios, enquanto o vaivém continuava. Andréa
via alguns carros passarem de vez em quando na rua no fim da viela, mas não
pensava mais em gritar ou fugir. Queria ir embora depois que tudo acabasse,
só isso. Mas ela se traiu pensando que não precisava acabar tão rápido
assim.
Chegaram ao clímax quase ao mesmo tempo. Andréa sentiu-se exausta, mas
surpreendentemente satisfeita. O estranho se afastou um pouco, enquanto ela
acariciava seus cabelos loiros e percorria seu corpo com as mãos, como
sempre agia depois de fazer amor com Raul. Sentia que isso prolongava a
sensação indescritível desses momentos. Colocou as mãos na parede em que
estava encostada, e olhou seu algoz. Ele estava de pé a uns dois metros
dela, parecendo admirar sua nudez. Ainda estava com o punhal na mão,
revirando-o entre os dedos. Ela pela primeira vez olhou seu rosto, ou o que
dava para se ver dele. O chapéu lançava uma sombra que o encobria, usava
óculos escuros e uma espessa barba. Olhava para ela sem parar. Andréa pôs as
mãos para trás, deixando o vestido aberto, estranhamente sem nenhuma
vergonha de expor seu corpo nu diante dele. O punhal parou na mão do homem.
Andréa começou a sentir medo de novo, olhando para os lados para tentar
descobrir uma rota de fuga. Reparou que na outra ponta da rua havia um carro
estacionado, que ela não havia notado antes. Viu que era igual ao que Raul
tinha. Nisso, pareceu sentir um estalo.
Abriu um leve sorriso, olhou para seu captor e deu três passos em sua
direção, encarando-o sem parar. Manteve as mãos para trás, exibindo
orgulhosamente o corpo que sustentava com uma malhação diária. Levantou as
mãos, tirando o chapéu, os óculos e a barba postiça do agressor, depositando
a seguir um longo beijo em seus lábios. Abraçava-o, apertava-o, arrancando a
capa e empurrando-o para o carro estacionado. Quando ele se apoiou no capô,
Andréa se afastou um pouco, tirando o casaco e o vestido. Ficou ali nua,
apenas de meias e salto alto, deixando que Raul admirasse sua recompensa por
mais uma fantasia realizada. A verdadeira recompensa ela logo lhe
proporcionou, debaixo de um céu estrelado que apareceu depois que as últimas
nuvens haviam se dissipado...

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